domingo, 7 de novembro de 2010

Cinco dicas para sua empresa ganhar mais dinheiro


Os motivos para se iniciar um negócio variam bastante hoje em dia. Alguns querem ajudar o planeta ou as pessoas, outros querem divulgar seu trabalho ou seus produtos e outros ainda entram no universo do empreendedorismo porque querem, pura e simplesmente, ganhar dinheiro. De um jeito ou de outro, é a receita final que mostra se o seu negócio está ou não crescendo e denota a força de sua empresa. E é por causa disso que muitos empresários, em não poucas das vezes os iniciantes, preocupam-se quando percebem que está entrando menos dinheiro do que imaginavam ou pior: o dinheiro não está nem vindo.

O consultor Sid Kemp, presidente da Sid Kemp Enterprises, que analisa soluções e faz consultoria para pequenas empresas nos Estados Unidos, escreveu à Entrepeneur.com cinco dicas para otimizar a receita empresarial.
1. Faça um planejamento
A ideia é unir receita com as atividades de trabalho. Se você vende produtos, faça projeções para cada um deles. No caso de serviços, rastreie os contratos fechados e verifique o ganho em cada um deles. É preciso estabelecer metas e consequências: deixe cada empregado saber para o que eles contribuem e dê incentivos para o trabalho bem-feito. Esses incentivos podem ser reconhecimento, agradecimento e até mesmo um aumento salarial. Os empregados precisam ter um objetivo mínimo e um máximo e precisam de incentivo para atingir o máximo. Em meses ruins, entretanto, eles sabem o mínimo que devem fazer, ao mesmo tempo em que sabem das oportunidades no caso de um trabalho otimizado. Dessa forma, eles se sentem seguros no emprego e também vislumbram a possibilidade de crescimento.
2. Faça um rastreamento diário ou semanal dos resultados
Cada semana, reúna seus empregados e faça um balanço para ilustrar o tempo de trabalho em números. Discuta o andamento do trabalho e como podem melhorar, mas não pressione. Seja específico e encoraje a melhora. No caso de algum problema, procure determinar se esse problema foi isolado ou se pode acontecer de novo e desse modo se prepare. Entretanto, tente resolvê-lo. Se esse problema for externo e estiver fora do seu controle, elabore alternativas para alcançar seus objetivos. Às vezes a solução é óbvia e prática, mas terá ocasiões em que você vai precisar ser criativo.
3. Defina todo o trabalho
As áreas de uma empresa de qualquer porte podem ser independentes, mas todas elas conjugam fatores em sinergia para o sucesso final do empreendimento. Isso é ainda mais evidente nas pequenas empresas. Cada empregado precisa saber exatamente o que deve fazer e como os seus sucessos contribuem para o crescimento empresarial.
4. Rastreie diária ou semanalmente os seus gastos
Muitas empresas deixam suas informações financeiras acumularem. Como o dinheiro é o que mantém a sua empresa funcionando, não é aconselhável deixar essa documentações toda entulhar para consulta no final do ano fiscal. Quanto você está gastando? Como isso afeta seu planejamento? Você está gastando naquilo que planejou? Se souber as respostas para essas perguntas toda a semana, você pode corrigir qualquer erro no trajeto e atingir o objetivo mais rapidamente.
5. Rastreie o progresso mensalmente
Finalmente, você deve verificar o seu progresso e receita ao final de todo mês. É preciso se perguntar o que pode ser feito para ganhar mais e gastar menos e como ter resultados positivos antes e ser pago pelo serviço mais rapidamente. Encontrando maneiras de melhorar nessas áreas fará com que você construa melhores resultados em menos tempo e tenha uma receita positiva cada vez mais cedo.
Em resumo, o sucesso do negócio está em relacionar cada trabalho com o ganho que ele proporciona, reduzir os custos e entregar melhores resultados mais cedo. Para isso, é importante motivar os empregados fazendo com que eles saibam que o que eles fazem é relevante. É preciso mostrar, sempre, como eles podem melhorar. Dessa forma, você não só atingirá seus objetivos como irá ultrapassá-los.


Escrito por Marcus Vinicius Pilleggi em 10.03.2010

Fonte: http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/cinco-dicas-para-sua-empresa-ganhar-mais-dinheiro/#more-3055

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Criatividade ou Inovação?

Existe alguma diferença entre Criatividade e inovação?

Segundo Stephen Robbins ”criatividade refere-se a habilidade de combinar idéias de uma forma única ou de fazer associação pouco usuais entre idéias. A inovação é o processo de transformar uma idéia criativa em um produto, serviço ou método de operação útil”.

A inovação acontece de várias formas. Pode ser um novo produto ou uma nova embalagem, um avanço tecnológico, a simplificação de um processo de produção, uma forma de atendimento especial ou uma ação de marketing inusitada.

A XEROX inventou um papel que pode ser reutilizado em até 24h. Depois de ser escrito, rabiscado, desenhado, o papel se apaga automaticamente, podendo ser reutilizado inúmeras vezes. Mas se o usuário estiver com pressa, basta submeter o papel a uma fonte de calor, que ele se apaga instantaneamente. Segundo cálculos da empresa, cerca de 40% de todas as impressões em papel são úteis apenas durante um dia ou menos, sendo descartadas nesse intervalo.

A empresa, aposta no novo método de reciclagem por acreditar que no futuro o comércio de reprodução de papéis não será mais rentável e que poderá resolver o problema daquelas impressões feitas para serem utilizadas uma única vez e logo descartadas.

Por professor Menegatti

domingo, 15 de agosto de 2010

PEQUENAS EMPRESAS NO COMERCIO VAREJISTA

PEQUENAS EMPRESAS NO COMERCIO VAREJISTA

O Comércio Varejista tem sua importância no cenário econômico brasileiro pela magnitude e abrangência de sua atuação, que refletem na capacidade de geração de empregos formais e em números expressivos de crescimento econômico e modernização das práticas empresariais.

As micro e pequenas empresas comerciais representam 54% do total de empresas brasileiras, e 42% do total dos empregos. Isso mostra a sua grande importância econômica e social, além de estarem espalhadas por todo o Brasil.

Na recente crise financeira internacional, o setor menos afetado no Brasil foi o comércio varejista. Os dados de agosto/09 indicam um crescimento de 0,7% em relação a julho/09, e uma expansão de 6,3% em comparação com agosto do ano passado; a maior em base anual deste ano. Destacam-se as atividades de artigos farmacêuticos, livros, jornais e revistas, hipermercados, produtos alimentícios, lojas de departamentos, óticas, brinquedos, materiais de construção, móveis, eletrônicos e informática. Nos sete primeiros meses do ano, o resultado é positivo em 4,7%.

Alguns analistas atribuem essa situação – além das principais medidas adotadas pelo governo como a elevação do salário mínimo, distribuição de renda através dos programas sociais e a ampliação do crédito – à estrutura do varejo brasileiro, onde as pequenas empresas são a esmagadora maioria dos empreendimentos e não têm tido, historicamente, acesso significativo ao crédito.

Esses dados e avaliações, aliados ao extraordinário potencial de crescimento do mercado interno e à inevitável globalização e abertura da economia, explicam o crescimento dos grandes grupos nacionais, a presença crescente de grupos internacionais no setor, e intensas movimentações de incorporações e fusões.

Esse contexto sinaliza de forma clara a responsabilidade do Sebrae em intensificar a orientação para que as pequenas empresas desse setor constituam redes e outras formas de agrupamentos, de modo a torná-las cada vez mais competitivas e sustentáveis.

Luiz Carlos Barboza
Diretor Técnico do Sebrae

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Google: O cliente mais exigente do mundo!

Por Thiago Bacchin*

Há um ano, discorri nos eventos, rodas de network e reuniões que passei, sobre como obter mais resultados com menos (ou o mesmo) investimento, já que estávamos em clima de crise mundial, que felizmente passou distante do mercado de marketing online ou, pelo menos, das agências e veículos com mídias de performance.

Doze meses se passaram e é gratificante perceber o número de empresas tradicionais que estão transpondo barreiras culturais, investindo pesado na reformulação de seus sites e lojas virtuais, para entrar na disputa da atenção dos consumidores, que estão cada vez mais tempo conectados.

Mas também é triste constatar que, mesmo quem está entrando por último (pra valer) na Internet, ainda comete os mesmos erros dos primeiros: ignoram o seu principal cliente, o Google.

Sim, o Google é um cliente da sua empresa. Pode se tornar o principal cliente de toda sua empresa. Impossível? Vamos lá.

Apesar de você nem percebê-lo no dia-a-dia, ele está lá, visitando e armazenando todo conteúdo de suas páginas. É um cliente super assíduo, visita seu estabelecimento virtual todos os dias, muitas vezes diversas vezes ao dia.

E cada vez que ele visita seu site, ele faz questão de examinar dezenas ou até centenas de produtos disponíveis nele. Um por um.

Ele tenta entender para que serve cada produto, analisa a quantidade de informações que você possui e avalia se você oferece informações relevantes ou simplesmente dados que ninguém, literalmente, procura. Nem seu cliente mais assíduo consegue manter essa frequência de visitas diárias para saber o que tem de novo.

O Google é o cliente mais exigente que você possui. E ele quer ser seu amigo.

Apesar disso, ele nem reclama quando sua filial na web não está atendendo aos padrões de qualidade que ele determina. Até porque seu site passou pelo crivo dos clientes internos, ou seja, aqueles que serão responsáveis pela sua manutenção – sua equipe de TI, Marketing, Comercial e tantas outras áreas – e foi feito por uma agência renomada. O site também foi aprovado pelos clientes externos, os reais clientes e consumidores dos produtos e serviços da empresa.

O problema de não ser amigo do Google é que ele é amigo da maioria esmagadora dos mais de 65 milhões de internautas brasileiros.

Se você começar a tratar o Google bem, ou seja, ter atenção, cuidado e respeitar os padrões de qualidade que ele recomenda e necessita, aos poucos ele começará a simpatizar com o seu site. E quando algum dos milhões de usuários perguntarem ao Google onde comprar um produto ou serviço, ele pode começar a indicar sua empresa nos resultados de busca.

Mas se você for uma empresa realmente bacana e fizer sucesso com seus outros clientes, os de carne e osso, e estes falarem bem de você por aí, o Google vai gostar ainda mais de você.

Você pode se tornar um dos sites mais indicados pelo Google para dezenas,
centenas, milhares de perguntas sobre onde comprar produtos e serviços. E ele fará isso de graça.

Milhares, milhões de clientes potenciais encontrarão suas páginas. Suas vendas online terão um crescimento significativo. As vendas “off-line” também irão crescer, afinal, muita gente ainda usa a Internet para pesquisar e comparar preços e, só depois disso, ir à loja escolhida fazer a compra.

Mas amizade e confiança não se compram, se constroem com o tempo. Apenas com o tempo. A relação, quando bem construída, pode durar por muito tempo. Tudo depende se você vai dar atenção e carinho a este cliente tão exigente e tão rentável.

Para a maioria dos grandes varejistas online, como a americana Zappos, a busca orgânica representa a principal fonte de tráfego e receita do site, com ROI incomparável, conforme me informou pessoalmente Matt Burchard, Diretor de Marketing, em uma visita à Zappos no final de 2009. No Brasil isso não é diferente, mas ainda há muito terreno para ser explorado.

Para ficar bem posicionado nos resultados orgânicos do Google, Yahoo!, Bing e demais buscadores da Internet, é fundamental que o site atenda a mais de uma centena de critérios técnicos.

Assim como uma loja física precisa atender a muitos requisitos técnicos importantes, na web não é diferente, só mudam os tipos de recursos utilizados. A diferença é que se você atender a esses requisitos no seu site, boa parte da sua receita e rentabilidade acontecerão sem a necessidade de 1 Real de investimento em mídia.

Para ilustrar o potencial de resultados, citarei três casos de sucesso onde irei preservar os nomes dos clientes por questões estratégicas dos mesmos. O primeiro trata-se de um grande varejista brasileiro que, sabendo do potencial das buscas orgânicas, queria aumentar a receita originada dessa fonte.

Com foco na correção dos inúmeros aspectos técnicos que o Google considera para melhorar o posicionamento de um site, após 6 meses de projeto a loja virtual teve um incremento de 196% de visitas da busca orgânica, crescimento de vendas de 165% e um ROI acumulado de R$120, ou seja, para cada R$1 investido na consultoria do Projeto de SEO, retornou R$120 em vendas. Um ROI praticamente obsceno.

No setor de serviços, uma grande imobiliária investiu na ampliação da sua amizade, que já vinha de longo prazo com os robôs do Google. Menos de 1 ano depois, conseguiu dobrar as visitas que chegam não só através do Google, mas também do Yahoo! e Bing.

Na indústria, onde poucas empresas estão atentas para a Internet, um grande grupo em seu segmento precisava comunicar sua liderança e diferenciais ao mercado através do posicionamento do site nos mecanismos de busca e por méis das palavraschave que remetem às suas soluções. Conseguiu incríveis 775% de aumento nas visitas ao site num período de 8 meses de projeto de SEO.

Explore mais e entenda o potencial do SEO (Search Engine Optimization) da sua empresa, claro, se você quer vender mais e contar com um ROI insuperável.

*Thiago Bacchin é Presidente do DBG - Digital Branding Group e CEO da Cadastra,
agência de Search Engine Marketing focada em Performance online.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Investimento de empresas bate recorde

Levantamento mostra que, no primeiro trimestre, o investimento representou 8,3% do faturamento líquido de um grupo de 500 empresas Marcelo Rehder, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - Puxado pelo setor de infraestrutura, o investimento das empresas brasileiras não só superou o ritmo do período anterior à crise como bateu o recorde de dez anos, quando se leva em conta o primeiro trimestre do ano.

Levantamento da empresa de dados financeiros Serasa Experian mostra que, no primeiro trimestre de 2010, o investimento representou 8,3% do faturamento líquido de um grupo de 500 empresas cujas demonstrações contábeis foram analisadas. Nos três primeiros meses de 2008, o número era menor, de 7,7%.

O aumento do investimento reflete o bom desempenho da economia, com crescimento de 9% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2009, e a confiança dos empresários na expansão do consumo.

"O que chamou nossa atenção foi que o indicador de 8,3% é quase o mesmo do ano passado como um todo (8,6%), e num período em que historicamente o investimento não é forte", diz o gerente de análise de Crédito da Serasa Experian, Marcio Torres. "A gente nunca teve um primeiro trimestre tão forte."

Pelo vigor dos números do trimestre, Torres já estima que o indicador de investimento de 2010 deve bater o recorde de 2008, na série histórica do estudo, iniciada em 2000. Apesar do agravamento da crise financeira mundial no último trimestre, o indicador atingiu 10,2% em 2008. O executivo pondera, no entanto, que o ciclo de alta dos juros iniciado pelo Banco Central pode reduzir um pouco as taxas de crescimento nos próximos meses.

No primeiro trimestre do ano, o destaque foi o setor de serviços, que inclui infraestrutura, e cujo indicador de investimento chegou a 12,6% do faturamento líquido. Em igual período de 2008, o indicador era de 10,8% e subira para 11,7% no ano passado. "A gente está falando de investimentos para resolver os grandes gargalos do País, que estão na infraestrutura, como saneamento, transportes e concessão de rodovias", cita o gerente da Serasa.

Queda na indústria

As empresas do comércio apresentaram recuperação nos níveis de investimento, de 1,9% em 2009 para 2,5% do faturamento agora. Somente a indústria mostrou ligeira queda, 6,3% para 6,2%. O setor foi o mais afetado pela crise financeira, que freou a demanda mundial e derrubou as exportações. No primeiro trimestre de 2008, o indicador de investimento da indústria era de 7,6%.

Os dados da Serasa são reforçados pelos números de desembolsos do BNDES. De janeiro a abril, o banco desembolsou R$ 35,606 bilhões para financiar investimentos, valor 39,4% superior ao de igual período de 2009.

As empresas de infraestrutura levaram R$ 14,1 bilhões, um aumento de 41,3% em relação ao primeiro trimestre de 2009. Na indústria, houve queda de 2,1%, para R$ 10,5 bilhões, enquanto o comercio e outros serviços cresceu 144%, para R$ 7,5 bilhões.

Entre as empresas de infraestrutura, o crescimento do desembolso foi maior para transporte rodoviário (115%), construção (53% ) e serviços de utilidade pública (160%).

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/not_25495.htm